Dados da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos mostram que um total de quase 12,9 milhões de casos foi registrado oficialmente em todo o mundo no início desta segunda-feira (13) e 568.296 mortes.
Especialistas, no entanto, acreditam que esses números estejam subnotificados, em grande parte devido à falta de testagem em massa, que impede autoridades de saúde de saber a realidade da pandemia, como é o caso do Brasil.
Os Estados Unidos voltaram ao topo da lista de novos casos registrados por dia, com mais de 66 mil, no domingo (12).
Somente a Flórida confirmou o maior aumento de casos diários de todos os tempos para um estado americano, com 15 mil novos casos, também no domingo.
O recorde anterior era detido pela Califórnia, com 11.694, na última quarta-feira (8).
Em 15 de abril, Nova York tinha 11.571.
O aumento no número de casos na Flórida se refletiu também em mais mortes. Foram 514, uma média de 73 por dia. Três semanas atrás, o Estado tinha, em média, 30 mortes por dia.
No Texas, um homem de 30 anos morreu depois de participar de uma "festa covid", acreditando que o vírus era uma farsa, afirmou uma autoridade médica do Estado americano.
Segundo Jane Appleby, diretora médica do hospital metodista em San Antonio, o evento foi organizado por alguém diagnosticado com o novo coronavírus para verificar se o vírus é real e se pode infectar outras pessoas.
Mortes
De acordo com a OMS, as mortes globais permanecem estáveis em cerca de 5 mil por dia.
O México se tornou o país com o quarto maior número de mortes no mundo neste domingo, ultrapassando a Itália, com 35.006. A Itália registrou 34.954 mortes.
Já as Filipinas quebraram seu próprio recorde de mortes registradas por dia, com 162 novas mortes.
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