quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

VOU CONTINUAR, SEM MEDO E SEM ÓDIO

Tem um ditado que diz o seguinte: Feliz do filho que a casa retorna. para uma melhor compreensão, vou de forma simplória tentar definir o significado da palavra ditado. Como o próprio nome diz,ditado é a expressão que através dos anos se mantém imutável, aplicando exemplos morais, filosóficos e religiosos.
Os provérbios e os ditados populares constituem uma parte importante de cada cultura.
Historiadores e escritores já tentaram descobrir a origem dos ditados populares, mas tudo em vão, portanto essa não é uma tarefa de fácil solução.


O que eu quero mostrar é que esse ditado, não se aplica a ex-prefeita de Rolim de Moura, Milena Mota. Segunda-feira, 24/01, postei matéria sobre o retorno de Milene Mota ao PTB e em sendo verdade esse gesto era um indicativo de que esta seria a candidata a prefeito do PTB nas eleições de 2012.


Só que fui procurado pelo o vereador Messias e este me disse que essa possibilidade, além de remota, o candidato a prefeito do PTB é ele e, a única pessoa pra quém ele pode abrir mão de tal pretensão é o Dr. Airto (Paraíba Advogado). O vereador Messias disse ainda que no PTB de Rolim de Moura não existe mais cacique político e que o tempo de Milene Mota no partido já passou e o tempo só vai, não volta jamais.


Pelo visto vou passar por mentiroso de novo, mas que Milene Mota consultou um dos membros do diretório do PTB sobre essa possibilidade consultou e assim agindo não cometeu nenhum crime, quer seja de natureza política ou outra natureza qualquer.


Milena Motta foi bem vota nas últimas eleições para deputada estadual, foi também uma militante do PTB por muitos anos seguidos, portanto tem todo direito de tentar voltar para o PTB. O vereador Messias tem todo direito de discordar, até por que a volta da ex-prefeita para o partido dificulta sua pretensão de ser o candidato do PTB a prefeito.

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GUERRA JUQUEIRA
Regresso ao lar -

Ai, há quantos anos que eu parti chorando
deste meu saudoso, carinhoso lar!...
Foi há vinte?... Há trinta?... Nem eu sei já quando!...
Minha velha ama, que me estás fitando,
canta-me cantigas para me eu lembrar!...

Dei a volta ao mundo, dei a volta à vida...

Só achei enganos, decepções, pesar...
Oh, a ingénua alma tão desiludida!...
Minha velha ama, com a voz dorida.
canta-me cantigas de me adormentar!...

Trago de amargura o coração desfeito...
Vê que fundas mágoas no embaciado olhar!
Nunca eu saíra do meu ninho estreito!...
Minha velha ama, que me deste o peito,
canta-me cantigas para me embalar!...

Pôs-me Deus outrora no frouxel do ninho
pedrarias de astros, gemas de luar...
Tudo me roubaram, vê, pelo caminho!...
Minha velha ama, sou um pobrezinho...
Canta-me cantigas de fazer chorar!...

Como antigamente, no regaço amado
(Venho morto, morto!...), deixa-me deitar!
Ai o teu menino como está mudado!
Minha velha ama, como está mudado!
Canta-lhe cantigas de dormir, sonhar!...

Canta-me cantigas manso, muito manso...
tristes, muito tristes, como à noite o mar...
Canta-me cantigas para ver se alcanço
que a minha alma durma, tenha paz, descanso,
quando a morte, em breve, ma vier buscar!



Abílio Manuel de Guerra Junqueiro (Freixo de Espada à Cinta 15 de setembro de 1850 - Lisboa, 7 de julho de 1923) - Além de poeta foi jornalista, deputado e escritor. Foi dos poetas mais populares de sua época. Representante da chamada "Escola Nova", teve grande representatividade, através de sua poesia, para a construção do ambiente que levaria à implantação da República.
Postado por CHICO MELLO às 04:22 Links para esta postagem


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Obs. Tive que permitir que a Madame escrevesse sua coluna em meu Blog. Não tive como dizer não, pois a coisa ta feia pra meu lado. Tudo que escrevo ta virando o maior REBU.

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