sexta-feira, 24 de outubro de 2014

ELEIÇÕES 2014

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BRASIL - ELEIÇÕES 2014: PESQUISA SENSUS CONTRADIZ IBOPE E DATAFOLHA E MOSTRA AÉCIO À FRENTE DE DILMA

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

 

Publicado: 24 de outubro de 2014 às 6:01 - Atualizado às 7:43           
Por:                 
 
Pesquisa Sensus: Aécio abre vantagem de 9 pontos sobre Dilma
          
PESQUISA ISTOÉ/SENSUS CONTRADIZ IBOPE E DATAFOLHA: AÉCIO TEM 54,6 E DILMA  45,4%
 
Pesquisa Sensus que será divulgada nesta sexta-feira (24) pela revistaIstoÉ mostra, ao contrário das pesquisas Ibope e Datafolha divulgadas ontem (23), liderança do candidato tucano Aécio Neves, com 54,6% das intenções de votos nos últimos dias do segundo turno da eleição presidencial. Dilma Rousseff, candidata do PT à reeleição, aparece com 45,4%. O Sensus foi o único instituto a apontar, na véspera do 1º turno, que Aécio passaria ao 2º turno, e não Marina Silva (PSB).
A pesquisa também constatou que a dois dias das eleições 11,9% do eleitorado ainda está indeciso. “Como no primeiro turno, deverá haver uma grande movimentação do eleitor no próprio dia da votação”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. Se for considerado o número total de votos, Aécio tem 48,1% e Dilma,  40%.
O  Sensus foi o único instituto de pesquisa a acertar o resultado do primeiro turno, que levou o candidato do PSDB à disputa do próximo domingo (26).
 
Pesquisa espontânea e rejeição
Na votação espontânea, quando nenhum nome é apresentado para o entrevistado, Aécio também está à frente de Dilma: o candidato do PSDB é  citado por 47,8% dos eleitores e a petista por 39,4%. Indecisos e votos em branco são 12,8% e 0,2% ainda citaram outros nomes.
O índice de rejeição à candidatura de Dilma Rousseff é elevado: 44,2% dos eleitores afirmaram que não votariam na presidenta de forma alguma. A rejeição contra o tucano Aécio Neves é de 33,7%. Segundo o diretor do Sensus, Ricardo Guedes, explicou à IstoÉ, quanto maior o índice de rejeição, menor a probabilidade de crescimento do candidato.
 
Últimos levantamentos
No último levantamento Sensus, na sexta (17), o candidato PSDB tinha 56,4% dos votos válidos, contra 43,6% da atual presidente. No dia 11, a vantagem do candidato tucano era maior: 58,8% contra 41,2%, segundo o Instituto Sensus.
A margem de erro da pesquisa Sensus é de 2,2 pontos percentuais. O Sensus ouviu 2.000 eleitores em 136 municípios, entre terça e esta sexta-feira (24). O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral como BR-01166/2014.

Nota da revista VEJA sobre a fala da presidente no horário eleitoral

  
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De VEJA.com
A presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição, ocupou parte de seu horário eleitoral para criticar VEJA, em especial a reportagem de capa desta semana. Em respeito aos nossos leitores, VEJA considera essencial fazer as seguintes correções e considerações:
1) Antecipar a publicação da revista às vésperas de eleições presidenciais não é exceção. Em quatro das últimas cinco eleições presidenciais, VEJA circulou antecipadamente, no primeiro turno ou no segundo.
2) Os fatos narrados na reportagem de capa desta semana ocorreram na terça-feira. Nossa apuração sobre eles começou na própria terça-feira, mas só atingiu o grau de certeza e a clareza necessária para publicação na tarde de quinta-feira passada.
3) A presidente centrou suas críticas no mensageiro, quando, na verdade, o cerne do problema foi produzido pelos fatos degradantes ocorridos na Petrobras nesse governo e no de seu antecessor.
4) Os fatos são teimosos e não escolhem a hora de acontecer. Eles seriam os mesmos se VEJA os tivesse publicado antes ou depois das eleições.
5) Parece evidente que o corolário de ver nos fatos narrados por VEJA um efeito eleitoral por terem vindo a público antes das eleições é reconhecer que temeridade mesmo seria tê-los escondido até o fechamento das urnas.
6) VEJA reconhece que a presidente Dilma é, como ela disse, “uma defensora intransigente da liberdade de imprensa” e espera que essa sua qualidade de estadista não seja abalada quando aquela liberdade permite a revelação de  fatos que lhe possam ser pessoal ou eleitoralmente prejudiciais.

Danielle Winits

Dani Winits na praia (Foto: Marcos Ferreira / FotoRioNews)Danielle Winits (Foto: Wallace Barbosa/AgNews) Danielle Winits (Foto: Wallace Barbosa / AgNews)Danielle Winits (Foto: Wallace Barbosa / AgNews)

SÓ PODE SER ELEITOR DO PT, EU DISSE ELEITOR

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Sofrendo de debilidade física e mental, ex-presidente da ALE deve receber tratamento no João Paulo II

Da reportagem do Tudorondonia


O desembargador Gilberto Barbosa, do Tribunal de Justiça de Rondônia, voltou a negar pedido de liberdade apresentado pela defesa do ex-presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia, Valter Araújo, preso desde o dia 26 de setembro de 2013 no presídio Pandinha, na capital.

 Ele responde a 22 ações penais, todas oriundas da Operação Termópilas, que desarticulou uma quadrilha que agia no Governo do Estado e levou para a cadeia, além do próprio Valter, figuras importantes do Governo Confúcio Moura (PMDB), como o então secretário estadual adjunto de Saúde, José Batista da Silva. A quadrilha desviou milhões de reais dos cofres da Sesau.

No pedido de habeas corpus, a defesa de Valter Araújo “ anota a debilidade física e mental do ex-deputado, atualmente com síndrome do pânico e constantes alterações de pressão sanguínea, distúrbios cardíacos e problemas de coluna”.
Salienta que não há na unidade prisional meios adequados para o tratamento médico necessário e que os medicamentos que lhes estão sendo ministrados não mais estão surtindo efeito, destacando, ainda, que estão ocorrendo óbices burocráticos para que seja o paciente examinado por médico especialista.

Acrescenta, mais uma vez, que a liberdade postulada tem caráter humanitário e garantidor do constitucional princípio da dignidade da pessoa humana.

Ao indeferir o pedido de liberdade, o desembargador Gilberto Barbosa anotou: “A exemplo do que externei no habeas corpus nº 0010836-58.2014.8.22.0000 em que também é paciente Walter Araújo, não vejo presentes os requisitos indispensáveis para que seja deferida a liberdade em sítio de liminar, notadamente pela complexidade dos fatos trazidos à colação, num emaranhado de processos e mais de uma dezena de decretos de prisão cautelar, o que dificulta, sem que se tenha as informações do juízo de piso, a análise necessária”.

E acrescenta: “No que respeita à debilidade física e mental do paciente, determino ao Diretor da unidade prisional que, de imediato, providencie atendimento especializado de médicos da rede pública e, se necessário, que seja, com escolta, encaminhado ao hospital João Paulo II para os exames pertinentes.Que se oficie ao Diretor do presídio onde se encontra o paciente para que, de pronto, providencie o determinado atendimento médico, devendo a comunicação ser feita por oficial de justiça”.

ELEIÇÕES 2014

Ontem, 23/10, foi o último debate entre os candidatos ao governo de Rondônia, Expedito Júnior e Dr. Confúcio Moura. No campo das idéias proativas não trouxe novidade alguma, mas mostrou um Expedito Júnior proativo e fez-me lembrar do ex-deputado federal do PT Eduardo Valverde, quando de uma palestra sobre a transposição dos servidores do Estado de Rondônia para o quadro federal. 

A reunião foi no auditório de Secretaria Municipal de Agricultura de Rolim de Moura e a ex-vereadora Nice Chagas perguntou ao deputado qual a participação de Expedito Júnior diferente dos demais deputados e senadores de Rondônia na transposição e Valverde disse nenhuma, mas mesmo discordando dele ideologicamente reconheço que este é uma pessoa inteligente e ágil na maneira de agir e  assim sendo passou para  os servidores que é o pai da "criança".

 Voltando ao debate, dessa vez Expedito Júnior foi bem melhor, até por que contra fatos concretos não existe argumentos. O governador quis dar uma de bom samaritano, mas não colou.

Tenho que reconhecer que Expedito Júnior disse que vai fazer, mas não foi claro como vai fazer, mas isso não depõe negativamente contra ele, pois as pessoas de sucesso trabalham e fazem as coisas acontecerem, por isso são chamadas de proativas. 

Essas pessoas proativas tomam decisões corretas e antecipam-se às possíveis demandas e  isso acontece por que são pessoas dinâmicas e preparadas. estão sempre e atentas a todas as situações e demandas. 

O conhecimento dos problemas do estado faz de Expedito Júnior o mais preparado para administrar Rondônia a partir de 2015. Isso ninguém pode negar, mas cada um vota do seu jeito e maneira. Na realidade ninguém tá nem, aí para o país e muito menos para o estado. No Brasil o maior culpado ainda é o eleitor.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Construção da Ponte

 

Um prefeito havia prometido construir uma ponte e para isso convocou três empreiteiros: um japonês, um americano e um brasileiro.
- Faço por R$ 3 milhões - disse o japonês - Um pela mão-de-obra, um pelo material e um para meu lucro.
- Faço por R$ 6 milhões - propôs o americano - Dois pela mão-de-obra, dois pelo material e dois para mim. Mas o serviço é de primeira!

- Faço por R$ 9 milhões - disse o brasileiro.
- Nove milhões? - espantou-se o prefeito - Por que esse valor tão alto?
E o brasileiro responde:
- Três para mim, três para você e três para o japonês fazer a obra.
- Negócio fechado! - responde o prefeito.

SINCERIDADE A TODA PROVA

Dois caras batendo papo num barzinho:
– Porra cara, aqui o barulho é foda: não consigo ouvir as minhas próprias palavras.
– Não se preocupe, você não está perdendo porra nenhuma.

DEBATE Político NO NORDESTE

– ...Saiba Vossa Excelência que na minha cabeça ninguém caga.
– Pois fique sabendo que comigo a parada é dobrada, escreveu não leu o pau comeu.
– Comigo não tem pescoço, tudo é gogó.
– Comigo ninguém tira leite com espuma.
– Pois vamos emendar as camisas pra ver a tapa voar?
– Eu emendo sim as camisas, pois quando me abufelo madeira sobe de preço.
– Pois fique sabendo que eu sou uma pessoa que nunca morreu e não tem inveja de quem morre.
– E eu sou uma pessoa que nunca morreu e nem tem inveja de quem Deus já matou.
– Pois pise no meu pé e diga quantos murros quer.
– Pise no meu e veja quem se fodeu.
– Retire essa palavra do debate.
– Minha palavra é feito peido, não tem retorno; pronto.

REBECA GUSMÃO

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DIREITO NA MEDICINA

Consulta ou retorno?

Por: CÂNDIDO OCAMPO

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O ato da consulta é uma das funções mais básicas da atividade médica. E, inexplicavelmente, estava no limbo dos poucos atos médicos não regulamentados pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), autarquia com atribuição legal de normatizar e fiscalizar com exclusividade a atividade no Brasil. 

Preenchendo a lacuna, o CFM baixou a Resolução 1.958/2010, definindo a consulta médica como ato que: “compreende a anamnese, o exame físico e a elaboração de hipóteses ou conclusões diagnósticas, solicitação de exames complementares, quando necessários, e prescrição terapêutica como ato médico completo e que pode ser concluído ou não em um único momento”.

Observe caro leitor, que o ato da consulta não se esgota, necessariamente, no primeiro atendimento. Ele poderá se prolongar no tempo, quando, por exemplo, para auferição diagnóstica houver necessidade de exames complementares que não possam ser realizados e analisados no primeiro momento. 

Nesses casos, o ato se estenderá até a realização dos referidos exames, pois o diagnóstico provisório ou definitivo é, em regra, parte integrante da consulta. Essa protração, no entanto, não poderá gerar cobrança adicional de honorários.

Lembremos, por oportuno, que há casos em que o facultativo, ao verificar que se trata de nosologia que foge ao seu domínio, encaminha o paciente ao especialista sem ter obtido a hipótese diagnóstica. Aqui, a consulta se esgotou sem diagnóstico definido, exceção justificada por questões técnicas. 

Assunto que durante muitos anos gerou interpretações de toda ordem, diz respeito ao prazo para retorno. Dizia a “lenda” que esse tempo era de quinze dias. Sendo que após esse período, o médico poderia cobrar nova consulta.

Na verdade, essa praxe que imperou durante anos nos corredores dos nosocômios, clínicas e consultórios médicos, sempre careceu de base ética e legal, pois não é razoável limitar no tempo um ato complexo que para se esgotar depende de um sem número de variantes.

Exemplo clássico ocorre quando o paciente encontra dificuldade em conseguir determinado exame complementar, que pela complexidade e custo, tem oferta reduzida, impossibilitando sua realização imediata. 

Referindo-se a esse tema, a mencionada resolução do CFM, em seu artigo 3ª, dispõe, que: “Nas doenças que requeiram tratamentos prolongados com reavaliações e até modificações terapêuticas, as respectivas consultas poderão, a critério do médico assistente, ser cobradas”.

Entendemos não ser razoável deixar ao isolado alvedrio do facultativo tema dos mais melindrosos, com reflexos, inclusive, financeiros, pois questões de ordem objetivas, que vão além das reflexões técnicas, podem interferir no tempo gasto para o tratamento (como o exemplo acima da dificuldade em realizar exames). 

Por outro norte, há casos em que, no retorno, o paciente apresenta alterações e sintomas de outra doença, exigindo do facultativo nova anamnese, exame físico, hipóteses ou conclusão diagnóstica e prescrição terapêutica. 

Nesses casos, esse procedimento poderá ser considerado nova consulta, e, por isso, ser remunerado, independentemente do primeiro atendimento que gerou o retorno, pois tratam-se de atos médicos distintos. Nesse particular, diferentemente da questão anterior, entendemos que só o médico assistente poderá decidir.

No entanto, muito além das orientações técnicas, essas decisões devem ser tomadas sob a luz da boa-fé e dos postulados éticos da medicina, sob pena de macular a mais nobre das profissões.

Cândido Ocampo, advogado atuante no ramo do Direito Médico. candidoofernandes@bol.com.br
Fonte: Cândido Ocampo
Autor: Cândido Ocampo

Expedito promete cumprir as metas do PNE, combater governo lento, pesado e corrupto

O atual governo comemora percentuais muita aquém dos ideais, pois se contenta em nivelar por baixo ao comparar com os índices obtidos este ano com os alcançados pelos demais estados da região Norte e Nordeste. Para Expedito Junior, a lentidão do governo e os gastos perdulários revelam a incompetência pela a qual administra a área educacional.


“O candidato à reeleição faz um governo lento, pesado e com denúncias sérias de corrupção. Precisamos profissionalizar as ações com um planejamento estratégico adequado visando atingir as metas do PNE. São metas possíveis de alcançamos, mas necessitamos que as ações sejam colocadas em prática com rapidez e que o desperdício e a corrupção sejam combatidas diariamente, senão repetiremos os mesmos erros que estão sendo feitos”, disse Junior

Cassol chega a Vilhena esta semana para reforçar campanha de Expedito

O vice-prefeito de Vilhena, Jacier Dias (PSC), visitou a redação do FOLHA DO SUL ON LINE na tarde desta terça-feira, 21, para anunciar a presença do senador Ivo Cassol na cidade esta semana. O parlamentar se reúne com lideranças políticas e empresários na quinta-feira, 23, no barracão que sua irmã, Jaqueline Cassol (PR) usou como QG no primeiro turno.
Cassol chgou hoje ai Cone Sul e está ercorrendo as cidades da região reafirmando seu apoio ao candidato do PSDB, Expedito Júnior. O senador tem andado pelas ruas e promovido encontros nos lugares por onde passa.
Apenas nesta terça-feira, o ex-governador já esteve em Chupinguaia, Corumbiara e Cerejeiras. Depois, segue para Cabixi e, à noite, encerra a peregrinação com uma reunião em Colorado do Oeste.
O próprio Jacier se diz surpreso com o empenho de Cassol na campanha, já que ele tem histórico de desentendimentos políticos com Expedito. “Mas ele mesmo disse hoje que esteve separado do agora aliado, porém, pelo bem do Estado, retomou a antiga aliança entre os dois”.
Em Vilhena, onde parte de seu grupo acompanhou o prefeito Zé Rover (PP) no apoio ao governador Confúcio Moura (PMDB), Ivo deve animar a militância. “Com esse reforço, com certeza o Expedito, que já venceu o primeiro turno na cidade, deve ampliar a diferença de votos”.

Fonte: FS
Postado por: Dimas Ferreira
Autor: Da redação
Créditos de Fotos: Reprodução

Cassol bota pra quebrar em entrevista e chama prefeito de “mulher de malandro”

Numa entrevista explosiva, concedida agora a pouco a rádio Planalto de Vilhena, e que teve parte exibida em rede estadual, o senador Ivo Cassol não aliviou para o prefeito Zé Rover (PP), a quem apoiou nas duas últimas eleições municipais. Ao contrário de Ivo, Rover não está apoiando a candidatura do tucano Expedito Júnior a governador, preferindo aderir à campanha de reeleição do governador Confúcio Moura (PMDB).
Ao explicar porque resolveu aderir a Expedito, a despeito de terem passado os últimos meses trocando cutucadas, o parlamentar disse ao vivo: “Tivemos divergências políticas, mas em nome do bem do Estado e para unir o nosso grupo, abraçamos esse projeto político”.
Sobre o prefeito vilhenense, Cassol disparou, sem mencionar o nome do mandatário: “Tinha gente que toda hora tava pendurado num galho. Quem faz isso não tem credibilidade”, desabafou, insinuando  que o correligionário não se empenhou pela candidatura de sua irmã, Jaqueline Cassol (PR), eliminada da disputa no primeiro turno, concorrendo a governadora.
A parte final da entrevista foi reservada à artilharia realmente pesada: Cassol chamou Rover, literalmente, de “mulher de malandro”. Conforme o senador, “é aquela que apanha, apanha, apanha, mas recebe uma alisadinha e diz que está tudo bem”.
Dizendo ter como fonte o site da própria prefeitura, Ivo disse que Rover chegou a afirmar que o Estado estaria devendo R$ 4 milhões de repasses para o UTI do Hospital Regional. O parlamentar informou que o próprio prefeito teria feito um acordo com o Estado, perdoando metade da dívida.
“O que o Zé Rover deveria fazer era sair na rua pedindo desculpas e não ficar desfilando de mãos dadas com quem deu um tombo, deu um calote no povo de Vilhena”, berrou, se dizendo “indignado” com a aliança do prefeito.

Fonte: FS
Postado por: Dimas Ferreira
Autor: Da redação
Créditos de Fotos: Folha do Sul

Deputado denuncia uso de dinheiro público nas eleições e prefeitura move ação

 

Deputado denuncia uso de dinheiro público nas eleições e prefeitura move ação
Por Extra de Rondônia
VILHENA, RO - A prefeitura municipal de Vilhena vai mover ação conta o deputado estadual Luizinho Goebel (PV). O motivo: acusações de uso de dinheiro público na campanha eleitoral.
As declarações do parlamentar foram levadas à tona durante entrevista num programa de rádio local no início da tarde desta segunda-feira, 20.
Em contato com o Extra de Rondônia, o secretário municipal de comunicação, Luis Serafim, explicou que o parlamentar fez graves e falsas acusações contra a prefeitura. “O deputado disse que a prefeitura gastou dinheiro público na campanha de um candidato. Isso não é verdade”, rebateu Serafim.
Segundo Serafim, a ação esta sendo concluída pela Procuradoria Geral do Município e será entregue à Justiça nesta terça-feira, 21.
As declarações e a ação movida pela prefeitura vão “fortalecer” o distanciamento entre o deputado e o prefeito Zé Rover. Em julho passado, ambos tentaram se reaproximar e discutiram a possível candidatura de Luizinho a deputado federal com apoio de Rover. Mas, o projeto não acabou dando certo.

COLUNA DO Elio Gaspari

O que vem por aí é um plebiscito

A teoria da pancadaria é curta para explicar o que parecem ser as oscilações do eleitorado

Quando Marina Silva não conseguiu chegar ao segundo turno, atribuiu-se seu declínio à pancadaria que sofreu. Talvez nunca se saiba por que o balão esvaziou, mas, mesmo olhando-se para os golpes que levou, essa teoria é curta. Foi de sua equipe que partiu a plataforma da independência do Banco Central. Admita-se que a ideia pode ser boa. Ainda assim, ela foi exposta pela educadora Neca Setubal, herdeira da família que controla o banco Itaú. Precisava? Se isso fosse pouco, dias depois, Roberto, irmão de Neca e presidente da casa bancária, disse que via “com naturalidade” uma possível eleição de Marina. Precisava? Marina falou em “atualizar” a legislação trabalhista, mas não detalhou seu projeto. Juntando-se gim e vermute, tem-se um Martini. Juntando-se banqueiro com atualização das leis trabalhistas, produz-se agrotóxico. Precisava?
Uma campanha eleitoral em que se discutiram mais as pesquisas do que as plataformas esteve mais para videogame do que para escolha de um presidente da República, mas foi esse o curso que ela tomou. A comparação do resultado do primeiro turno com as estimativas das pesquisas ensinou o seguinte: os votos de Aécio Neves ficaram acima da expectativa máxima e os de Dilma, abaixo da expectativa mínima. Disso resulta que não só é temerário dizer quem está na frente, mas é arriscado afirmar que o vencedor será eleito por pequena margem.
Os eleitores prestam atenção em pesquisas, mas votam com o coração, a cabeça e o bolso. Se a noção demofóbica segundo a qual Dilma tem o voto dos pobres tivesse alguma base, a doutora estaria eleita. Contudo, olhando-se pelo retrovisor, nunca houve ricos suficientes nos Estados Unidos e na Inglaterra para eleger os conservadores Ronald Reagan e Margaret Thatcher. Como muita gente achava que o povo brasileiro não sabia votar, o país foi governado por cinco generais escolhidos sem qualquer participação popular. O último foi-se embora deixando uma inflação de 226% e uma dívida externa (espetada) de US$ 180,2 bilhões.
Os candidatos conseguem votos pelo que dizem e pelo que fazem. Em 1994, Fernando Henrique Cardoso percebeu que ganhara a eleição quando uma mulher ergueu uma nota de um real durante um comício. Quatro anos depois, mesmo diante da ruína da fantasia do real que valia um dólar, ele foi reeleito porque os brasileiros preferiram continuar numa Mercedes que rateava a embarcar na motocicleta de Lula.
Nesta campanha, com exceção do debate da Record, os outros foram rasos. Em todos, os candidatos pareciam drones guiados pelo controle remoto dos marqueteiros, buscando clipes para os programas do horário gratuito. Sexta-feira, o debate da Globo terá tudo para ser educativo, pois nele o jogo do clipe será inútil.
A pancadaria que envolveu Dilma Rousseff e Aécio Neves roncou dos dois lados. Ambos sabiam que esqueletos tinham nos armários. As baixarias não serão suficientes para explicar o resultado que sairá das urnas. Muito menos as teorias destinadas a desqualificar os votos de quem vier a prevalecer. O que vem por aí é um plebiscito para decidir se o PT deve continuar no governo ou ir-se embora.
Elio Gaspari é jornalista


 

GILMARA JUNG Ensaio 100% sensual


BABACAS PARA TODOS OS GOSTOS E PACIÊNCIA


QUEM NÃO VACINA NÃO É AMIGO

ROLIM DE MOURA

Prefeitura realiza vacinação antirrábica neste sábado

Cães e gatos, a partir de três meses de idade, devem ser vacinados contra a raivaBaixe DSCF4073.JPG (456,6 KB)Baixe DSCF4076.JPG (458,7 KB)

Da assessoria

A Prefeitura de Rolim de Moura, através do Centro de Zoonoses do município, realiza neste sábado (25) a vacinação de cães e gatos contra a raiva animal. Animais
 com idade acima de três meses devem ser levados a um dos 24 postos de vacina espalhados por todos os bairros da cidade.
Segundo o médico veterinário do município, Alex Farto, uma grande estrutura foi montada para atender a população no período das 08h às 12h e das 14h às 17h. Ele diz que, no total, estão disponíveis mais de 18 mil doses do medicamento que inibe a transmissão do vírus e que a estimativa é vacinar 14 mil animais.
“A vacinação acontece no sábado na cidade e daí por diante segue um calendário especial na zona rural do município. Do dia 27 deste mês até o dia 10 de novembro, a cada dia a equipe estará em uma linha vicinal esperando os animais dos sítios, chácaras e fazendas”, argumentou.
Farto também explicou que o último caso oficial de raiva canina/felina em Rolim de Moura foi registrado no ano de 2002. De lá para cá não houveram mais registros da doença, graças ao empenho da população em vacinar os animais. Este ano a equipe também conta com o apoio do curso de veterinária da UNIR.

Os postos de vacinação


Os postos de vacinação no sábado serão os seguintes: Funasa e Aluízio Ferreira (Centro); antigo campo do Kluska (Industrial); Escola Tancredo e Associação dos Moradores (Beira Rio); Hospital Municipal e Escola Monteiro Lobato (Planalto); Escola Ulisses Guimarães, Policlínica, Centro de Convivência do Idoso e Posto Solar (Boa Esperança); CTG e Associação de Moradores (Olímpico); Dina Sfat (Bom Jardim); Centro Comunitário (Centenário); Rua C. das 10h às 11h (Jardim Eldorado); Escola CDA e Bar do Betin (São Cristóvão); Igreja São Tiago e Escola Nilson Silva (Jardim Tropical); Campo, Escola Priscila, Posto Mais e ginásio (Cidade Alta).

ELEIÇÕES 2014

Jonathan Swift.


  “Quem conta uma mentira raramente se apercebe do pesado fardo que toma sobre si; é que, para manter uma mentira, tem que inventar outras vinte”.
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Jonathan Swift (Dublin30 de Novembro de 1667 — Dublin, 19 de outubrode 1745) foi um escritor irlandês.

WhatsApp: a novidade destas eleições

 

Claro que, assim como em outras arenas virtuais, o comportamento de candidatos e militantes no WhatsApp nem sempre é louvável.
Uma das grandes novidades destas eleições foi o uso do WhatsApp. Menos visível e mais difícil de monitorar do que o Facebook ou o Twitter, o impacto do WhatsApp não tem rendido tantas notícias ou controvérsias. No entanto, teve papel fundamental nas campanhas.
O que é o WhatsApp?
O WhatsApp é um aplicativo, desenvolvido para uso em celulares do tipo smartphone, que permite enviar mensagens, gravações de voz e vídeos.
Além disso, o WhatsApp permite uma interação direcionada, por meio da criação de grupos que funcionam como comunidades. Por exemplo, o grupo de pais da turma da sua filha na escola, ou, no caso das campanhas, o grupo de militantes de um determinado bairro ou município.
Graças à facilidade do uso e à ausência de anúncios, o aplicativo já tem mais de 600 milhões de usuários no mundo, dos quais 38 (dados de fevereiro, certamente hoje esse número é maior) estão no Brasil.
E daí?
E como isso pode ser usado nas eleições? Bem, depende do candidato e do lugar onde esteja fazendo campanha. Não há uma fórmula única.
Por exemplo, um dos candidatos a deputado federal na Bahia nestas eleições criou trinta grupos no WhatsApp, cada um deles possibilitando a interação rápida e fácil entre o comitê central da campanha, o candidato e militantes em municípios longínguos. Nesse caso, o WhatsApp foi utilizado principalmente como instrumento de coordenação. A prioridade não era chegar aos eleitores indecisos, mas sim garantir a comunicação fluida e fomentar a sensação de proximidade do candidato com cabos eleitorais espalhados por um território amplo.
Já no caso dos candidatos a Governador do Distrito Federal, o WhatsApp tem sido utilizado com objetivos um pouco diferentes. Em especial, para dar aos militantes munição para o corpo-a-corpo com eleitores indecisos. Isso é feito a partir de mensagens produzidas especificamente para o WhatsApp, com memes divertidos e vídeos curtos que podem ser compartilhados facilmente.
Terra de Ninguém
Claro que, assim como em outras arenas virtuais, o comportamento de candidatos e militantes no WhatsApp nem sempre é louvável. Talvez mais irritante ainda do que ter o feed de notícias do Facebook invadido por propaganda não solicitada, seja ter o celular sequestrado por mensagens indesejadas. O pior é que é complicado fiscalizar e ainda mais atender a eventuais pedidos de retirada de conteúdo.
Uma limitação importante do aplicativo é que os grupos têm número restringido de integrantes. Ou seja, dificilmente o WhatsApp poderá substituir plataformas de alcance mais massivo como o Facebook ou o Twitter.
Cada vez mais, as campanhas terão que pensar cada um desses aplicativos e plataformas virtuais a partir da sua lógica específica de interação com os usuários, criando estratégias e produtos diferenciados para cada uma delas. E, como essas plataformas mudam com rapidez estonteante, certamente teremos muitas novidades nas próximas eleições. 

PARA ASSISTIR CLIQUE EM MARCO FELICIANO

Ricardo Alexandre compartilhou o vídeo de Marco Feliciano. VALE A PENA CONFERIR
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ELEIÇÕES 2014

Foto: Assistam as nossas propostas para governar Rondônia! vote 45 #mudajá
Expedito Junior compartilhou um link.
Rondônia é um Estado esquecido pelos governos Estadual e Federal. A população sofre por isso, e as mulheres não tem a devida atenção por parte do Poder Público. Elas são vítimas de violência, falta de assistência médica e de políticas públicas que, de fato sejam voltadas para elas. Veja como Expedito Júnior pretende lidar com essa questão.#mudajá

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Vocês acham que os parlamentares custam muito ao governo? Pois saibam que APENAS O AUXÍLIO-MORADIA do Judiciário equivale ao salário de todos os deputados e senadores JUNTOS

AUXÍLIO-MORADIA DE JÚIZES CUSTARÁ O EQUIVALENTE AO SALÁRIO DE TODO O CONGRESSO
Só o auxílio-moradia dos magistrados pelo país afora custará algo em torno de R$ 1 bilhão por ano(Foto: Tribunal de Justiça do Paraná)Os benefícios do Judiciário: apenas o auxílio moradia dos juízes tem o mesmo valor de salário de todos os parlamentares juntos (Foto: Tribunal de Justiça do Paraná)
Por Rogério Galindo, para o jornal Gazeta do Povo, de Curitiba
Você acha que os salários dos deputados federais e dos senadores são altos, que eles custam demais para o país? Ok. Pode ser mesmo. Todas as estatísticas mostram que o parlamentar brasileiro (contando custos com assessoria, gabinete, custeio etc.) é um dos mais caros do mundo.
Segundo o site Congresso em Foco, contando apenas o salário e os penduricalhos dos parlamentares, o gasto anual do Brasil com os seus congressistas é de R$ 1,1 bilhão. Muita coisa, claro. Mas é o preço.
Agora, veja só. O Judiciário, que costuma passar muito mais abaixo do radar, até por não ter eleições diretas para se decidir quem ocupará os cargos, custa muito, muito mais caro. A conta que faz perceber isso é a seguinte: os cálculos do governo são de que só o auxílio-moradia dos magistrados pelo país afora custará algo parecido: R$ 1 bilhão por ano.
Ou seja: nossos juízes estão prestes a consumir os salários de 594 parlamentares (caros) em apenas um benefício extra, que agora está sendo estendido até mesmo para os aposentados.

PADRE TOM PERIGANDO IR PARA O INFERNO

 

Tenho o maior respeito pelo Padre Ton, o conheço bem antes dele ser ser deputado federal pelo PT. Bem antes de ser prefeito de Alto Alegre e por conta disso estou deverasmente preocupado com o seu destino ao  passar dessa vida terrena para a vida eterna. 

O razão  dessa minha preocupação foi motivado pelo o que disse o deputado Padre Tom no mês de setembro, durante entrevista ao radialista Hamilton Alves, apresentador do programa Abrindo o Jogo, da rádio Nova Jaru FM, Padre Ton afirmou que o Governo Confúcio   “roubou e continua roubando” e que por isso iria “direto pro inferno”.

Na entrevista, que abriu a série com todos os candidatos ao governo, Padre Ton afirma textualmente que o “atual governo roubou. Roubou a saúde e quem rouba da saúde vai direto pro inferno”, vaticinou, acrescentando que “foram presos sub-secretários da saúde e, da casa do governador, foram presos assessores (sic) do governo”, disse numa referência ao afilhado do governador Rômulo da Silva Lopes, que foi tirado pela Polícia Federal de dentro do apartamento do governador, onde morava, e levado preso por envolvimento com a quadrilha que, nas palavras do Padre Ton, “roubava” recursos da saúde.

Hoje em dia ser do PT Já é um indicativo de desvio da ética e da moral e apoiar o PMDB é um agravante e como no dia 11/10, após a reunião da executiva estadual do PT em Porto Velho, o partido selou o apoio ao candidato do PMDB, Padre Tom é hoje, pelo menos em tese farinha do mesmo saco. 


Mesmo Padre Ton justificando que a decisão era “o caminho mais natural e comprometido com o povo de Rondônia”, ele carece de muita oração para não correr o risco de ser companheiro LULA nas terras de lúcifer. 

Se quem apoia pessoas que roubou a saúde também for para o inferno o Padre Tom tá ferrado. 

Existe um ditado popular que diz: diga-me com quem andas e te direi quem és. Você já ouviu falar? Em parte é verdade e em parte não. Judas andou com Jesus e não era de Jesus. Espero que o deputado esteja, mas não seja PMDB. Por que do contrário Padre Tom corre um grande risco de acompanhar o Dr. Confúcio em sua morada final.