segunda-feira, 30 de maio de 2016

Adriana Lima nua na Playboy

Adriana LimaAdriana Lima é uma grande supermodel brasileira, considerada a mais sexy do mundo pelo site models.com. É também uma das mais bem pagas do mundo, tendo ganhado 8 milhões de dólares nos anos de 2008 e 2010. Conquistou o primeiro lugar da etapa brasileira do concurso Supermodel of the World. Foi eleita pela revista Forbes como uma das 100 celebridades mais influentes do planeta por três vezes. Trabalhou para marcas como Ralph Lauren, Armani, Versace, entre outras. É uma das cobiçadas angels do Victoria’s Secret.
Adriana foi casada por cinco anos com o jogador de basquete Marko Jarić. O casal teve duas filhas e separou-se em 2014. Devido à sua fama, fez uma participação no seriado Ugly Betty, em 2013. Teve também um pequeno papel na série The Crazy Ones.

Marcha das Flores em Brasília

 

Jornal GGN - Mulheres se organizam em Brasília para protestar contra a violência doméstica, a cultura do estupro e o feminicídio. O ato chamado de A "Marcha das Flores - 30 contra Todas" reuniu 1500 mulheres na Esplanada dos Ministérios em resposta aos crimes de estupro recentes que circulam na rede.


A Folha de S. Paulo noticiou cenas de violência no conflito quando policiais e seguranças do Supremo Tribunal Federal impediram que as mulheres levassem flores até a estátua da Justiça. A segurança colocou uma cerca e fez cordão de isolamento.

APESAR DOS CORTES, PETROBRAS AINDA É ‘INCHADA’

 
CláudioHumberto

A gigante Saudi Aramco, da Arábia Saudita, a maior petrolífera do mundo, produz um de cada oito barris de petróleo do planeta, está avaliada em R$ 6,5 trilhões e tem 65 mil funcionáriosA Petrobras, que nem chega perto da Aramco em produção de petróleo, está avaliada no mercado em cerca de R$ 60 bilhões, se tanto, e paga salários a 249 mil pessoas, das quais 84 mil são concursadas e 165 mil terceirizadas.


A Shell, a Exxon e a British Petroleum, outras gigantes do petróleo, empregam juntas 262.000 pessoas, 13 mil a menos que a Petrobras.


Pedro Parente terá um baita desafio: a Petrobras opera 7 mil postos no mundo; a Shell tem 44 mil, mas lucra trinta vezes mais.

VOCÊ SABIA?

Acuém (Acuên) — Grupo indígena que se subdivide em xavante, xerente e xacriabá.

Aimoré — ver botocudo.

Apinajé (Apinayé) — Grupo indígena do extremo norte de Goiás, ramo dos timbiras, que habita área entre os rios Araguaia e Tocantins. Língua da família jê.

Ariquém (Arikên) — Grupo indígena extinto. No início do século XX habitava uma área entre os rios Jamaré e Candeia, afluentes da margem direita do Madeira, em Rondônia. A família lingüística ariquém pertence ao tronco tupi e inclui as línguas caritiana e cabixiana.

Aruaque (Arawak) — Importante tronco lingüístico de tribos indígenas que se espalham entre a Flórida, o Paraguai, o litoral do Peru, o Amazonas e as Antilhas.

Baniua (Baníwa) — Grupo indígena do noroeste do Amazonas, habitante das margens do rio Içana. Subdivide-se em três subgrupos: carutana, cadaupuritana e coripaso. População (1985): 4.187 índios. Língua da família aruaque.

Bororo — Uma das maiores tribos do Brasil central, cujo território, no passado, atravessava todo o centro de Mato Grosso, estendendo-se da fronteira da Bolívia até o Triângulo Mineiro. Hoje vive em postos indígenas de Leverger MT e na missão salesiana do rio São Lourenço. Língua do tronco macro-jê.

Xb>Botocudo — Vários grupos indígenas, também conhecidos como aimorés, guerens e boruns, que no século XVI habitavam o litoral das capitanias de Ilhéus e Porto Seguro. Os sobreviventes da colonização espalharam-se pelas matas entre o rio Jequitinhonha e o vale do rio Doce, na Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo. Pacificados em 1911, foram recolhidos a postos e estão hoje praticamente extintos. Língua pertencente ao tronco macro-jê.

Caeté (Kaeté) — Grupo indígena que no século XVI habitava o litoral entre a foz do rio São Francisco e a do Paraíba, numa área limitada ao norte pelas terras dos potiguaras e ao sul pelas dos tupinambás. Com a chegada dos europeus, emigrou para o Pará.

Caiabi (Kayabi) — Grupo indígena das margens do rio Manicauá-Açu, afluente do Xingu, em Mato Grosso. Foi contatado pelos irmãos Cláudio e Orlando Vilas Boas em 1951. Língua da família tupi-guarani.

Caiapó (Kayapó) — Grupo de tribos que compreende duas divisões: caiapós do sul, constituídos por vários grupos, hoje extintos, habitantes do sul de Goiás e de Mato Grosso do Sul, noroeste de São Paulo e Triângulo Mineiro; e caiapós do norte, que vivem no centro-sul do Pará e se compõem dos subgrupos gorotire, mentuctire, diore e xicrim, entre outros. Língua da família jê.

Caingangue (Kaingáng) — Grupo indígena que habita atualmente áreas do Paraná e Santa Catarina. Arredios até o início do século XX. Acredita-se que sejam descendentes dos antigos guaianás de São Paulo. Língua da família jê.

Caiuá (Kaywá) — Subgrupo indígena dos guaranis, habitante de Mato Grosso do Sul.

Calapalo (Kalapálo) — Grupo indígena da margem esquerda do rio Culuene, formador do Xingu, em Mato Grosso. Língua da família caribe.

Camacã (Kamakán) — Grupo indígena extinto. No início do século XX habitava ao norte do rio Pardo (Bahia) e às margens dos rios Cachoeira e Gravatá (Minas Gerais). Remanescentes vivem em posto indígena de Itabuna BA. A família lingüística camacã, do tronco macro-jê, inclui as línguas cotoxó (ou cutaxó), masacará e meniém.

Camaiurá (Kamayurá) — Grupo indígena das margens da lagoa Ipavu, perto do rio Curisevo, em Mato Grosso. Língua da família tupi-guarani.

Canela (Ramkókamekra) — Grupo indígena, ramo dos timbiras orientais, habitante de reservas nos municípios de Barra do Corda e Grajaú, no Maranhão. São chamados canelas pela população da região. Língua da família jê.

Carajá (Karayá) — Grupo indígena que habita ao longo do rio Amazonas, desde Leopoldina até Conceição do Araguaia. Língua do tronco macro-jê.

Cariri (Kariri) — Grupo indígena extinto. Remanescentes mestiçados, que nada conservam da língua ou da cultura, encontram-se em posto da Funai, em Itabuna BA. Língua do tronco macro-jê.

Caxinauál(Kaxináwa) — Grupo indígena do Acre, habitante da região dos rios Envira e seus tributários, alto Muru, Tarauacá, Gregório e Liberdade. O caranguejo é seu totem. Protegem esse crustáceo com a própria vida e proclamam-se a si mesmos a "gente do caranguejo". Língua da família pano.

Coroado — Nome dado pela população brasileira a um grupo indígena extinto. No início do século XIX habitava as serras São Geraldo e da Onça, na fronteira de Minas Gerais com Espírito Santo, e ao longo dos rios Paraíba do Sul, das Pombas e dos Coroados. Remanescentes habitam missão dos capuchinhos no alto Paraíba do Sul. A família lingüística coroado, do tronco macro-jê, inclui as línguas puri e coropó.

Cranhacarore ou crenhacarore (Kreen-Akarore) — Grupo indígena habitante das cabeceiras dos rios Peixoto de Azevedo e Jarina, no norte de Mato Grosso. Foram contatados pelos irmãos Vilas Boas em 1973.

Craô (Krahô) — Grupo indígena, ramo dos timbiras orientais, habitante das margens do rio Manuel Alves Pequeno, em Goiás. Língua da família jê.

Cuicuro (Kuikúro) — Grupo indígena da margem esquerda do rio Culuene, formador do Xingu, em Mato Grosso. Língua da família caribe.

Cunhã (Do tupi Ku’ñã) — Mulher.

Curumi ou curumim (do tupi kuru’mi) — Menino.

Guaianá ou goianá (Guayaná) — Grupo indígena que no século XVI habitava a capitania de São Vicente. Documentos antigos os localizam no planalto de Piratininga, onde a cidade de São Paulo foi fundada. Acredita-se que foram os ancestrais dos caingangues.

Guaitacá ou goitacá (Guayataká) — Grupo indígena extinto. No século XVI habitava as proximidades do litoral fluminense, entre os rios Paraíba e Macaé. Vivia em constantes lutas com os tupinambás. Em 1630 os portugueses apossaram-se de suas terras e os sobreviventes foram aldeados pelos jesuítas. Na segunda metade do século XIX alguns remanescentes viviam nas proximidades de Campos e Cabo Frio. Língua da família jê.

Guajajara — Grupo indígena, ramo dos teneteharas, habitante das margens dos rios Grajaú, Pindaré e Mearim, no oeste do Maranhão. Língua da família tupi-guarani.

Guarani — Grupo indígena integrado à sociedade nacional. Vive em postos da Funai ou em núcleos independentes nos estados de Mato Grosso do Sul, Paraná, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Língua da família tupi-guarani, com três dialetos principais: nandeva ou nhandeva, mbiá e caiová.

Ianomâmi (Yanomân) — Grupo indígena habitante do noroeste de Roraima, na serra dos Surucucus e na região entre os rios Demini e Toototobi, na divisa de Roraima com o Amazonas. A partir de 1987 os garimpeiros invadiram sua área, rica em minérios, pondo em risco a sobrevivência da tribo. Em 15 de novembro de 1991 o governo demarcou sua reserva (9,4 milhões de hectares para cerca de dez mil índios). Um outro grupo vive na Venezuela. Falam língua da família xirianá.

Juruna — Grupo indígena habitante das terras próximas à confluência dos rios Maniaçauá-Miçu e Xingu, em Mato Grosso. Foram contatados pelos irmãos Vilas Boas em 1959. A família lingüística juruna, do tronco tupi, inclui as línguas maniçuá e xipaia.

Macuxi (Makuxi) — Grupo indígena habitante das margens dos rios Tacutu, Cotingo, Surumu e seus afluentes, em Roraima. Língua da família caribe.

Maxacali (Maxakali) — Grupo indígena habitante da região das nascentes do rio Itanhaém, no nordeste de Minas Gerais, perto da fronteira com a Bahia. Língua do tronco macro-jê.

Meinaco (Mehináku) — Grupo indígena habitante da margem esquerda do rio Curisevo, formador do Xingu, em Mato Grosso. Língua do tronco aruaque.

Mentuctire (Mentuktire) — Grupo indígena habitante da margem esquerda do rio Xingu, à altura da cachoeira Von Martius, no Pará. Os mentuctires foram chamados txucarramães pelos jurunas, com quem viviam em conflito em meados do século XX. Foram contatados pelos irmãos Vilas Boas em 1953. Língua da família jê.

Mondé — Grupo indígena extinto, também conhecido como sanamaicá. No início do século XX habitava as margens de afluentes do rio Pimenta Bueno, em Rondônia. A família lingüística mondé, do tronco tupi, inclui a língua dos cintas-largas.

Morubixaba (Do tupi morubi’xawa) — Ver tuxaua.

Mundurucu — Grupo indígena que habitava as margens dos rios Tapajós (Pará), Madeira, Maués-Acú, Abacaxis e Canumã (Amazonas). Concentra-se hoje nas margens dos rios Cururu e das Tropas, afluentes do Tapajós. Língua do tronco tupi.

Nhambiquara (Ñambikwára) — Grupo indígena habitante de área entre os rios Juruna e Aripuanã, na serra do Norte, a noroeste de Mato Grosso. A família lingüística nambiquara inclui as línguas munduca, txiuaisu, galera (manarisu), mamaindé, micadotisu e sabonês.

Nandeva ou nhandeva (Nandeva) — Subgrupo indígena dos guaranis que habita áreas dos estados de Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná.

Oca (Do tupi oka) — Cabana ou palhoça dos índios.

Paca-nova (Pakaanóva) — Grupo indígena habitante de área entre os ribeirões Pacas Novas e Ouro Preto, afluentes do Madeira, em Rondônia. Língua da família txapacura.

Pajé (Do tupi pa’yé) — Chefe espiritual dos índios, misto de sacerdote, profeta e médico-feiticeiro.

Pancararu (Pankararú) — Grupo indígena integrado à sociedade nacional. Habita áreas dos estados de Alagoas e Pernambuco. População (1985): 4.000 índios.

Pano — Família lingüística de indígenas do noroeste do Brasil, do leste do Peru e da Bolívia. Entre as línguas dessa família incluem-se a caxinauá, remo (nucuíni), poianaua, marinaua, amauaca, capanaua, tuxinaua, iaminaua, marubo e culino.

Potiguara — Grupo indígena que no século XVI habitava o litoral entre a foz dos rios Jaguaribe e Paraíba. Migrou para o Maranhão e o Pará. Remanescentes mestiçados, sem domínio da língua ou da cultura, vivem em postos da Funai, em Mamanguape, Paraíba. Língua da família tupi-guarani.

Suiá (Suyá) — Grupo indígena habitante da área a leste das cabeceiras do rio Culuene, formador do Xingu, no centro de Mato Grosso. Foi contatado pelos irmãos Vilas Boas, em 1959. Língua da família jê.

Taba (Do tupi tawa) — Aldeia dos índios.

Tabajara — Grupo indígena extinto que habitava o território entre os rios São Francisco e Paraíba. Língua da família tupi-guarani.

Tamoio — Indígenas do litoral do Rio de Janeiro, no século XVI. Organizados na chamada Confederação dos Tamoios, apoiaram os franceses quando estes tentaram fundar a França Antártica, na baía de Guanabara. Língua da família tupi-guarani.

Tapirapé — Grupo indígena que habita as margens do rio Tapirapé, no nordeste de Mato Grosso. Recebe assistência da Funai. Língua da família tupi-guarani.

Terena — Grupo indígena que habita o Mato Grosso do Sul. Subdivisão dos guanás, fala língua do tronco aruaque.

Timbira — Grupo indígena que habita área entre os rios Itapicuru e Corda, no Maranhão. Subdivide-se em timbiras ocidentais (apinajés) e timbiras orientais, entre os quais incluem-se os gaviões, craôs, apaniecras, cricatis, canelas e txamecras. Língua da família jê.

Tucano (Tukâno) — Grupo indígena da bacia do rio Uaupés (Amazonas) e de áreas vizinhas na Colômbia e no Peru. A família lingüística tucano inclui várias línguas e dialetos.

Tucuna (Tukúna) — Grupo indígena do Amazonas, habitante de área na confluência dos rios Içá e Solimões.

Tupari — Grupo indígena das matas da margem direita do rio Branco, afluente do Guaporé, em Rondônia. Família lingüística do tronco tupi que inclui as línguas macurape e quepequirivate.

Tuxaua (Do tupi tu’xawa) — Chefe temporal da tribo indígena (o chefe espiritual é o pajé). Também chamado morubixaba.

Txicã (Txikân) — Grupo indígena das margens do rio Jatobá, afluente do Ronuro, formador do Xingu, no nordeste de Mato Grosso. Foi contatado pelos irmãos Vilas Boas em 1964. Língua da família caribe.

Uaicá (Waiká) — Grupo indígena da Amazônia, habitante das nascentes dos rios Urariqüera, Mucajaí e Demeni, em Roraima. Fala dialetos da língua ianomâmi, família xirianá.

Uaimiri (Waimiri) — Grupo indígena habitante das margens dos rios Alalaú e Jauaperi, afluentes do rio Negro, no Amazonas. Língua da família caribe.

Uapichana (Wapitxâna) — Grupo indígena de Rondônia, habitante das margens dos rios Tacatu, Urariqüera, Amajari, Parimé e Cauamé. Língua da família aruaque.

Uaurá (Waurá) — Grupo indígena habitante das margens do rio Batovi, formador do Xingu, em Mato Grosso. Língua da família aruaque.

Urubu-caapor (Kaaporo) — Grupo indígena habitante das margens dos formadores dos rios Gurupi, Turiaçu e Pindaré, no Maranhão. Caapor é o nome que os índios dão a si mesmos. Os habitantes da região os chamam de urubus. Língua da família tupi-guarani.

Xavante — Tribo indígena, ramo do grupo maior acuém, habitante de área entre os rios Culuene e das Mortes, em Mato Grosso. Até o século XIX os xavantes formavam, com os xerentes, um só grupo, mas em 1824 já estavam separados: os xavantes a oeste do rio Tocantins e os xerentes a leste. Atraídos pelo SPI em 1946, recebem assistência do posto Pimentel Barbosa, no Parque Xingu. Língua da família jê.

Xerente — Tribo indígena habitante de área entre os rios Sono e Tocantins, em Goiás. Subdivisão do grupo maior acuém, fala língua da família jê. No passado formava uma só tribo com os xavantes.

Xicrim (Xikrín) — Grupo indígena habitante da margem direita do rio Itacaiúnas, afluente do Xingu, perto da cidade de Marabá, no Pará. Subdivisão dos caiapós, fala língua da família jê. Foi contatado pelos irmãos Vilas Boas em 1953.

Xipaia (Xipáya) — Grupo indígena extinto. No início do século XX habitava as margens dos rios Iriri e Curuá, afluentes do médio Xingu, no centro sul do Pará. Língua do tronco tupi, família juruna.


Rolim Cidade Limpa conclui trabalhos no Planalto e inicia no industrial




Os trabalhos estão sendo executados somente pela equipe e máquinas da Secretaria de Obras do município.

O Programa Rolim Cidade Limpa que iniciou no dia 18 de abril, já concluiu os serviços de limpeza nos Bairros Jardim Tropical, Centenário, Olímpico 1 e 2, Nova Morada e finalizou nesta semana o Bairro Planalto.

Os trabalhos estão sendo executados somente pela equipe e máquinas da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (SEMOSP) de Rolim de Moura (RO). De acordo com o Prefeito Luiz Ademir Schock, os serviços continuarão nas próximas semanas, dando sequência ao cronograma de trabalho.

Nesta sexta-feira (27/05) as máquinas iniciaram no Bairro Industrial que deve finalizar já na terça-feira, indo para o São Cristóvão; e logo após os Bairros Boa Esperança; Beira Rio e por último o Bairro Cidade Alta.

“Quero pedir aos moradores dos bairros que não foram atendidos pelo programa Rolim Cidade Limpa, que joguem os entulhos e lixo agora nas laterais das ruas para que as máquinas possam limpar. E peço a colaboração dos moradores que já foram atendidos pelo programa que não joguem entulhos nos bairros limpos, vamos deixar nossa cidade mais bonita, sem sujeira nas ruas”, destacou o Prefeito.

Fonte: Assessoria/Ricardo Barros

Rolim de Moura realizou a Exposição Ivan Marrocos


Mesmo com a presença tímida de apreciadores e interessados em conhecer um pouco mais sobre arte e cultura.  Na última segunda-feira (23/05) foi realizada na biblioteca municipal Claudevir Aparecido Pavin de Rolim de Moura (RO), à Exposição Ivan Marrocos.

Um evento promovido com o apoio da prefeitura, por meio do Departamento de Cultura, vinculado a Secretaria Municipal de Educação e Cultura- SEMEC, sob a responsabilidade do Diretor de Cultura Leandro Gomes Figueira e também o Conselho Municipal de Cultura que é presidido por Carlos Neves, juntamente com a idealização e organização do Professor Everaldo Lins.

A Exposição Ivan Marrocos ficou aberta ao público a partir das 19h, na biblioteca municipal, mesmo de forma tímida, várias pessoas visitaram o local.

“De alguma forma  buscamos trazer a população rolimourense para o meio cultural, através da leitura, da apreciação da arte, enfim uma série de estímulos, para que possamos valorizar de fato a educação da nossa sociedade” Disse Leandro Gomes, que agradeceu todo o apoio recebido pelo Prefeito Luizão do Trento para a aplicação do projeto.

Fonte: Assessoria

Prefeitura de Rolim de Moura realiza fiscalização e identifica irregularidades em 63 casas do Programa “Minha Casa Minha Vida”

Ricardo Barros


Prefeitura de Rolim de Moura realiza fiscalização e identifica irregularidades em 63 casas do Programa “Minha Casa Minha Vida”

Ao todo são 63 imóveis irregulares nos Conjuntos Habitacionais 23 Jatobá II e 40 no Jardins dos Lagos.


Após a Secretaria Municipal de Assistência Social (SEMAS) de Rolim de Moura (RO), receber várias denúncias de irregularidades, venda ou aluguel, nos imóveis do Programa Minha Casa, Minha Vida nos Residenciais Jatobá II e Jardim dos Lagos, uma equipe composta por servidores das SEMAS e da Regional da SEAS de Rolim de Moura realizaram uma fiscalização em 770 casas do programa, sendo 370 casas do Conjunto Residencial Jardim dos Lagos e 400 casas no Residencial Jatobá II, no período de 04 à 19 de abril de 2016.

No monitoramento foram constatados 63 imóveis em situação irregular, 23 no residencial Jatobá II e 40 no residencial Jardim dos Lagos que deverá passar pela fiscalização dos órgãos competentes.

Nessa semana a SEMAS encaminhou para o Ministério Público de Rondônia copias dos relatórios de monitoramento da fiscalização dos dois residenciais do Programa Minha Casa Minha Vida, para que sejam tomadas as medidas cabíveis, e caso seja comprovada a irregularidade, o mutuário pode responder por crime de fraude em programa social.

Fonte: Assessoria/Ricardo Barros

STF vai retomar julgamento que pode proibir Vaquejadas

A vaquejada, uma tradição cearense, pode estar com os dias contados. O caso está no STF. A ação foi ajuizada por Rodrigo Janot contra uma lei do Ceará que regula a prática.Vaquejada: pode estar com os dias contados
Para Janot, a Vaquejada fere a proteção ao meio ambiente.
O relator da matéria na corte, Marco Aurélio Mello, votou a favor da ação da PGR.
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Gilmar Mendes e Edson Fachin votaram pela improcedência da ação.
Luís Roberto Barroso, que pediu vista do processo, leva o caso da Vaquejada para julgamento nos próximos dias.
Em tempo:
Em processos anteriores, os ministros do STF declararam inconstitucional a Farra do Boi em Santa Catarina e Briga de Galo no Rio de Janeiro.

domingo, 29 de maio de 2016

ISOLADA E ESQUECIDA

 

Carlos Chagas
Dilma Rousseff não preside, muito menos governa. Apenas assiste o tempo passar, nessa estranha interinidade determinada pelo processo do impeachment a que responde. Raramente pode ser vista pedalando sua bicicleta, em Porto Alegre ou Brasília. Se acompanha ou não as iniciativas de Michel Temer, é segredo. Ninguém garante. A verdade é que não se falam.
Aliás, são raros os telefonemas que Madame dá ou recebe, exceção dos próprios familiares. Mantém-se afastada de todos, a começar pelo Lula e as lideranças do PT.  Ignora-se, até, se lê jornais ou escuta rádio. Aguarda-se para as próximas horas a divulgação de sua defesa, a cargo do ex-ministro da Justiça e Advogado Geral da União. Omitem-se ou são rejeitados os companheiros do antigo governo.
Há quem suponha, no atual interregno, a disposição da presidenta de mergulhar no esquecimento, indignada pelo abandono em que foi deixada. Existem, porém, os que identificam em sua atual postura a estratégia de contribuir para aumentar o tamanho do fosso existente entre sua presença anterior no governo e as características apresentadas pelo substituto. Ela não perdoa ter sido abandonada pelo antigo vice, ainda que nenhuma iniciativa tenha adotado para evitar o vazio em suas relações anteriores, antes que se caracterizasse o rompimento.
Numa palavra, condenada em definitivo como parece a projeção do processo de seu afastamento, ou por milagre reconduzida ao poder no final de 180 dias, como ainda acreditam alguns petistas, o destino de Dilma é seguir isolada e esquecida. Bem que poderia dedicar-se a escrever suas memórias...

O analfabeto político

 

O pior analfabeto
É o analfabeto político,
Ele não ouve, não fala,
nem participa dos acontecimentos políticos.

Ele não sabe que o custo de vida,
o preço do feijão, do peixe, da farinha,
do aluguel, do sapato e do remédio
dependem das decisões políticas.

O analfabeto político
é tão burro que se orgulha
e estufa o peito dizendo
que odeia a política.

Não sabe o imbecil que,
da sua ignorância política
nasce a prostituta, o menor abandonado,
e o pior de todos os bandidos,
que é o político vigarista,
pilantra, corrupto e o lacaio
das empresas nacionais e multinacionais.
Bertold Brecht

CONFISSÃO

 

O mais raparigueiro dos homens de uma pequena cidade do Seridó Potiguar  ajoelha-se no confessionário:
— Vim me confessar, seu padre.
— Quais são seus pecados, meu filho?
— Muitos, mas o mais recente é o caso que tive com uma senhora casada desta paróquia.
— Diga-me o nome dessa senhora, meu filho.
— Isso não seria direito, padre...
— Diga-me, não foi a esposa do farmacêutico, aquela loura boazuda?
— Não, não!
— Ah, meu filho. Então foi a mulher do médico?
— Também não.
— Já sei! Só pode ter sido a irmã da Dona Julinha!
— Não. Nenhuma dessas, padre.
— Se você não me confessar quem foi, eu não poderei lhe dar a absolvição.
O pecador se chateia e sai bruscamente do confessionário. Na porta da igreja encontra um amigo que lhe pergunta:
— E aí, João! O padre o absolveu?

— Não. Mas me deu três dicas incríveis!

sábado, 28 de maio de 2016

ASSIM É UM LINDO AMANHECER

Luana Piovani (Foto: Reprodução/ Instagram) 
Marcial Salaverry

Como é lindo ver o dia amanhecer...
O sol espreguiçando, e começando a nascer...
Sem dúvida, existem anjos iluminando o alvorecer...
Os raios que o sol está enviando,
e que a temperatura vai esquentando,
podem ser anjos que estão descendo,
juntamente com o sol que está nascendo...

sexta-feira, 27 de maio de 2016

POR - Manoel Emidio de Sousa Neto

 

"Oxente, os petistas não discriminam quem dá o rabo e, agora, querem discriminar quem come?"

De Chico Silveira, sobre a visita de Alexandre Frota ao ministro da Educação, Mendonça Filho.

Os pobres e miseráveis que sumiram do Brasil Maravilha já são quase 75 milhões no Brasil real


Por: Augusto Nunes  

Lula jura que acabou com a pobreza. Dilma jura que
 erradicou 
a miséria. E os devotos da seita repetem que, nos últimos
 13 anos, 
45 milhões de excluídos foram incluídos na classe média.
 Faltou
 combinar com os responsáveis pelo Cadastro Único para 
Programas Sociais, à disposição dos interessados no site 
oficial do Ministério de Desenvolvimento Social (e Agrário, 
depois da recomposição do primeiro escalão do governo 
Michel Temer).
A vigarice inventada pelo padrinho e expandida pela afilhada 
é implodida pelo cadastro que “reúne informações 
socioeconômicas das famílias brasileiras de baixa 
renda ─ aquelas com renda mensal de até meio
 salário mínimo”. Como constatou o jornalista Clóvis Rossi
 em sua coluna na Folha, “famílias de baixa renda é um 
piedoso eufemismo para pobres ou, até, para miseráveis,
 conforme se pode ver quando se separam os cadastrados 
por faixa de rendimento”.
Atualizados em janeiro de 2015, os números confirmam
 aos berros que Lula e Dilma mentem mais do que piscam.
 São quase 39 milhões os que ganham de R$0 até R$77. 
Estão perto de 15 milhões os que juntam mensalmente
 entre R$77,01 e R$154. Passam de 19,5 milhões os situados 
na faixa que vai de R$154,01 até meio salário mínimo. Tudo
 somado, os pobres e miseráveis oficialmente desaparecidos 
eram, há pouco mais de um ano, exatamente 73.371.179.
A imensidão de excluídos que sumiu do Brasil Maravilha
 ficou 
maior no Brasil real. Os números do próprio governo
provam 
que a dupla de mágicos malandros apenas escondeu o que 
nunca deixou de existir. Haja cinismo.

STF põe fim à tramitação oculta de processos na Corte

O presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, assinou a resolução 579/16, por meio da qual se estabelece que fica "vedada a classificação de quaisquer pedidos e feitos novos ou já em tramitação no Tribunal como 'ocultos'".
No documento, divulgado nesta sexta-feira, 27, pelo tribunal, o ministro destaca que a medida atende aos princípios constitucionais da publicidade, do direito à informação, da transparência e aos tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário.
De acordo com o texto da norma, os requerimentos de busca e apreensão, quebra de sigilo telefônico, fiscal e telemático, interceptação telefônica, dentre outras medidas necessárias no inquérito, serão processados e apreciados, em autos apartados e sob sigilo, conforme previsto no artigo 230-C, parágrafo 2º, do regimento interno do STF.
Com o fim da tramitação oculta deverá tornar-se possível verificar a existência de uma investigação, bem como a identificação dos investigados, seja nominalmente, ou por meio de suas iniciais, no caso de procedimentos sob sigilo.
Segundo o tribunal, a medida possibilita que o STF tenha maior controle sobre seu acervo de processos, inclusive para produção de dados estatísticos internos e para pesquisadores externos. Desta forma, apenas as ordens de prisão e de busca e apreensão não conterão identificação daqueles contra quem foram expedidas, até que sejam devidamente cumpridas.
A Corte ainda destaca que a resolução não causa prejuízo às investigações criminais, uma vez que prevê especial proteção às medidas cautelares que devem ser mantidas em sigilo até a sua execução, a fim de que a coleta da prova não seja prejudicada.

Parceria Sebrae e Embrapa leva educação e informações para produtores rurais - Material de Imprensa - Sebrae em Rondônia

Sarney bateu em Dilma abaixo da linha de cintura ao dizer:

Sarney vaticinou que a delação de Marcelo Odebrecht, ex-presidente da construtora Odebrecht, encrencará Dilma. Comparou o poder de destruição da delação de Odebrecht com o poder de destruição de uma metralhadora de calibre ponto 100.
-  A Odebrecht [...] eles vão abrir, vão contar tudo. Vão livrar a cara do Lula. E vão pegar a Dilma. Porque foi com ela. Quem tratou diretamente sobre o pagamento do João Santana foi ela. Então eles vão fazer. Porque isso tudo foi muito ruim pra eles
Santana foi o marqueteiro da campanha de Lula à reeleição e das duas campanhas de Dilma. Está preso, acusado de corrupção e de lavagem de dinheiro. Recebeu dinheiro da Odebrecht no exterior e, segundo Sarney, a pedido de Dilma, que nega.
Essa é a revelação mais grave feita por Sarney ao microfone escondido por Machado em sua própria roupa. As demais são embaraçosas, apenas isso, e sugerem que o político sempre cauteloso no uso das palavras está deixando de sê-lo.
Sobre Lula, por exemplo, Sarney fofocou com Machado:
- O Lula acabou, o Lula coitado deve estar numa depressão. [...] Eu soube que o Lula disse, outro dia, ele tem chorado muito. [...] Ele está com os olhos inchados.
Sarney ficou com a cabeça inchada depois de saber que fora gravado. Coisa de político amador.

Tratativas para delação de Marcelo Odebrecht avançam/ Por: Vera Magalhães

Avançou a tratativa para a colaboração judicial de Marcelo Odebrecht.Detalhes sobre operações no exterior
A última resistência do empreiteiro, cuja prisão completa um ano em junho, era detalhar irregularidades também nos negócios do grupo em outros países, sobretudo nos africanos.
Com os graves prejuízos no Brasil, a Odebrecht esperava salvar a operação internacional para se reerguer

A filantropia de lá e a pilantropia daqui

 

Por que os milionários brasileiros não doam suas fortunas a universidades?

Fernando Schüler, na Época

Nos Estados Unidos, ricos ajudam museus e instituições de ensino superior. No Brasil, a burocracia atrapalha quem quer fazer o bem.

Nota do editor e único funcionário dessa espelunca: Duvido um muito dessa última afirmativa e desconfio que esses “mecenas” do showbiz também levam algum das bilheterias em algum tipo de “operação casada” - vagabundo faz a renúncia fiscal e ainda recebe troco.

Stephen Schwarzman costumava fazer suas refeições no Commons, quando estudante em Yale, em meados dos anos 1960. Sujeito tímido, vindo de escola pública, sentia-se bem naquele edifício de estilo neoclássico, situado no coração da universidade. Formado em 1969, Schwarzman percorreu passo a passo o sonho americano. Nos anos 1980, criou o grupo Blackstone, hoje um dos maiores fundos de investimento dos Estados Unidos. Consta como o 122º sujeito mais rico do planeta, na lista da Forbes. No último dia 11 de maio, anunciou uma doação de US$ 150 milhões para a conversão do velho Commons em um moderno centro de artes.

O centro levará o nome de Schwarzman. Há quem veja nisso um simples desejo de “imortalidade através do dinheiro”, como li em uma crítica. Pouco importa. Talvez alguém tenha pensado o mesmo quando Lenand Stanford criou a universidade que levaria seu nome, na década de 1880, na Califórnia. Ou quando resolveram dar o nome de Solomon Guggenheim, logo após sua morte, ao museu projetado por Frank Lloyd Wright, no coração de Manhattan. Quem sabe teria sido melhor, para os Estados Unidos, imitar o exemplo brasileiro. Por aqui, pouca gente tenta perpetuar o próprio nome, doando para universidades e museus. Talvez por isso lê-se, por estes dias, o anúncio de fechamento da Casa Daros, primoroso espaço de artes, no Rio de Janeiro, por falta de recursos.

A tradição da filantropia americana vem de longe. É possível pensar que Andrew Carnegie seja seu maior ícone e, de certo modo, definidor conceitual. Imigrante pobre, Carnegie fez fortuna na siderurgia americana, na segunda metade do século XIX. Em 1901, aos 66 anos, vendeu suas indústrias ao banqueiro J.P. Morgan e tornou-se o maior filantropo americano. Uma de suas tantas proezas, não certamente a maior, foi construir mais de 3 mil bibliotecas, nos Estados Unidos. Em 1889, escreveu o artigo “The Gospel of Weath”, defendendo que os ricos deveriam viver com comedimento e tirar da cabeça a ideia de legar sua fortuna aos filhos. Melhor seria doar o dinheiro para alguma causa, ou várias delas, a sua escolha, ainda em vida. O Estado poderia dar um empurrãozinho, aumentando o imposto sobre a herança, mas deveria evitar a tributação das grandes fortunas. O melhor resultado, para todos, seria obtido se os próprios ricos distribuíssem sua riqueza, com cuidado e responsabilidade. Recentemente, foi o argumento usado por Bill Gates, o maior filantropo de nossa era, em oposição a Thomas Piketty e sua obsessão em tributar os mais ricos.

Gates não fala da boca para fora, nem é uma voz isolada. Em 2009, ele lançou, junto com Warren Buffett, o mais impressionante movimento de incentivo à filantropia já visto: The Giving Pledge. A campanha tem, até o momento, 128 signatários. Para participar, basta ser um bilionário e assinar uma carta prometendo doar, em vida, mais da metade de sua fortuna a projetos humanitários. Para boa parte dessas pessoas, doar 50% é pouco. Larry Elisson, criador da Oracle, comprometeu-se em doar 95% de sua fortuna, hoje avaliada em US$ 56 bilhões. Buffett foi além: vai doar 99%. Como bem observou o filósofo alemão Peter Sloterdijk, parece que, ao contrário do que acreditávamos no século XX, não são os pobres, mas os ricos que mudarão o mundo. Sloterdijt, por óbvio, não conhece bem o Brasil.

Nos Estados Unidos, o valor das doações individuais à filantropia chega a US$ 330 bilhões por ano. No Brasil, os números são imprecisos, mas estima-se que o montante não passa de US$ 6 bilhões por ano. Apenas 3% do financiamento a nossas ONGs vem de doações individuais, contra mais de 70%, no caso americano. Há, segundo a tradicional lista da revista Forbes, 54 bilionários no Brasil. Nenhum aderiu, até o momento, ao movimento da Giving Pledge. Consta que Jorge Paulo Lemann, o número 1 da lista, foi convidado. Não duvido que dia desses anuncie sua adesão. Seria um exemplo para o país.

Explicações não faltam para essa disparidade. Há quem goste de debitar o fenômeno na conta de nossa “formação cultural”. Por essa tese, estaríamos atados a nossas raízes ibéricas, sempre esperando pelos favores do Estado, indispostos a buscar formas de cooperação entre os cidadãos para construir escolas, museus e bibliotecas ou simplesmente para consertar os brinquedos e plantar flores na praça do bairro.

É possível que haja alguma verdade nisso. O rei Dom João III, lá por volta de 1530, dividiu o país em capitanias hereditárias e as dividiu entre fidalgos e amigos da corte portuguesa. Fazer o quê? Enquanto isso, os peregrinos do Mayflower desembarcaram nas costas da Nova Inglaterra, movidos pela fé e pelo amor ao trabalho, para construir um novo país. Uma bela história, sem dúvida. Muito parecida com a de meus antepassados alemães, que desembarcaram em 1824 nas margens do Rio dos Sinos, no Rio Grande do Sul. Há muitas histórias, há muitos tipos de formação cultural, no Brasil, assim como nos Estados Unidos. Não é difícil escolher uma delas para justificar qualquer coisa.

De minha parte, desconfio da tese do caráter cultural. Ela é abstrata demais, difícil de mensurar e, pior, tende a levar à acomodação. Prefiro concentrar o foco na variável sobre a qual – ao menos em boa medida – temos controle. E essa variável é institucional. Minha tese é: o modelo institucional e de incentivos que adotamos simplesmente não favorece o desenvolvimento da filantropia. Ele incentiva que as pessoas esperem que o Estado resolva seus problemas. E é o que elas fazem, em geral.

Vamos a um exemplo: nossos sistemas de incentivo fiscal a doações. Nos Estados Unidos, se alguém quiser doar algum recurso para o MoMA (o Museu de Arte Moderna, em Nova York), poderá abater até 30% de seu rendimento tributável. Para algumas instituições, esse percentual sobe a 50%. No Brasil, seu abatimento é limitado a 6% do Imposto de Renda, se o contribuinte fizer a declaração completa.

O pior, no entanto, acontece do outro lado do balcão. Para receber a doação, o museu brasileiro deverá ter um projeto previamente aprovado pelo Ministério da Cultura, em Brasília. Serão meses em uma via crucis, listando minuciosamente o gasto futuro com o projeto, e depois mais alguns meses para a prestação de contas detalhada do que foi gasto com sua execução. Fico imaginando o que o MoMA faria se, para receber doações, tivesse de enviar previamente um projeto para ser analisado em Washington, linha a linha, por um grupo de funcionários públicos. Os Estados Unidos nem sequer têm um Ministério da Cultura. As doações e os incentivos são diretos, sem burocracia. Por isso, funciona.

Vamos a outro exemplo: os americanos adotam como principal estratégia de financiamento de suas instituições – sejam museus, universidades ou orquestras sinfônicas – os chamados “fundos de endowment”. A ideia é bem simples: uma poupança de longuíssimo prazo, destinada a crescer, ano a ano, da qual a instituição retira parte dos rendimentos para seu custeio. Simplesmente nenhuma grande instituição universitária ou cultural americana vive sem seu endowment. Há 75 universidades com fundos de mais de US$ 1 bilhão. O maior de todos, de Harvard, tem US$ 36 bilhões em caixa.

Pois bem, vamos imaginar que um milionário acordasse, dia desses, decidido a doar uma boa quantia para algum endowment no Brasil. Ele gosta de artes visuais e quer doar a um museu. Em primeiro lugar, ele não teria nenhum incentivo fiscal para fazer isso. O Ministério da Cultura simplesmente proíbe que um museu brasileiro apresente um projeto para receber doações para endowments. Em segundo lugar, não haveria nenhum endowment para ser apoiado. Nos Estados Unidos, ele encontraria milhares, e bastaria escolher algum, na internet. Em Pindorama, nenhum. As leis não favorecem, os incentivos inexistem, as instituições não estão organizadas para receber as doações. E a culpa segue por conta de nossa “formação cultural”.

Outra razão diz respeito ao modelo de gestão de nossas instituições. O Brasil teima, em pleno século XXI, a manter uma malha obsoleta de universidades estatais. Elas consomem perto de 30% dos recursos do Ministério da Educação, mas nenhuma se encontra entre as 200 melhores do mundo, no último levantamento da revista Times Higher Education. Enquanto isso, os Estados Unidos dispõem de 48 das 100 melhores universidades globais. Princeton, Yale, Columbia, MIT seguem, em regra, o mesmo padrão: instituições privadas, sem fins lucrativos, com largos endowments, cobrando mensalidades e oferecendo um amplo sistema de bolsas por mérito (em âmbito global), e ancoradas em uma rede de alumni e parcerias públicas e privadas. Não é diferente do que ocorre com museus e instituições culturais.

O ponto é que o Brasil pode mudar. Há exemplos de líderes empresariais que fazem sua parte. Há o caso exemplar do banqueiro Walter Moreira Salles, fundador do Instituto Unibanco, voltado à educação, e do Instituto Moreira Salles, voltado à cultura. Há a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, há o Museu Iberê Camargo, criado por Jorge Gerdau, e há a Fundação Roberto Marinho, à frente do maior projeto cultural do Brasil, nos dias de hoje, que é o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Há uma imensa generosidade e espírito público, no país, ainda bloqueados pelo anacronismo dos modelos de gestão pública que adotamos. Instituições, mais do que a história. Incentivos, mais do que uma suposta genética cultural. Essa deve ser nossa aposta.