Paulo Lustosa era deputado federal pelo Ceará quando foi procurado por um prefeito. Ele queria resolver “um problema urgente” e estendeu um papel. Lustosa leu e se espantou com o teor da pretensão:
- Mas isto é ilegal, infelizmente não será possível, disse o deputa Lustosa.
O prefeito indignado, falou:
- Se fosse legal, eu não precisaria de deputado respondeu o prefeito...
Faço questão de contar esse acontecido, para chamar a atenção dos nossos eleitores com relação as eleições de 2011, pois é a grande oportunidade que temos, como eleitores de mudar esse procedimento promiscuo, imoral e ilegal que ora grassa no seio da política brasileira. Devemos em 2011 votarmos de forma politizada e não de forma politiqueira, como um mero puxa-saco, um analfabeto político avalista da bandalheira política. Sobre o analfabeto político cito Berthold Brecht.
Politiqueiro - É o indivíduo (eleitor) que pratica a baixa política, usando de processos pouco corretos e politicamente condenável.
ANALFABETO POLÍTICO
O pior analfabeto
É o analfabeto político,
Ele não ouve, não fala,
nem participa dos acontecimentos políticos.
É o analfabeto político,
Ele não ouve, não fala,
nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida,
o preço do feijão, do peixe, da farinha,
do aluguel, do sapato e do remédio
dependem das decisões políticas.
o preço do feijão, do peixe, da farinha,
do aluguel, do sapato e do remédio
dependem das decisões políticas.
O analfabeto político
é tão burro que se orgulha
e estufa o peito dizendo
que odeia a política.
é tão burro que se orgulha
e estufa o peito dizendo
que odeia a política.
Não sabe o imbecil que,
da sua ignorância política
nasce a prostituta, o menor abandonado,
e o pior de todos os bandidos,
que é o político vigarista,
pilantra, corrupto e o lacaio
das empresas nacionais e multinacionais.
da sua ignorância política
nasce a prostituta, o menor abandonado,
e o pior de todos os bandidos,
que é o político vigarista,
pilantra, corrupto e o lacaio
das empresas nacionais e multinacionais.
(Berthold Brecht)
Nenhum comentário:
Postar um comentário