Esse acontecido, parece uma estória, mas segundo a pessoa que me contou é pura verdade. Disse que dois "garanhões" aqui de Rolim de Moura, chegaram para um amigo que corta dos dois lados (usa a saida como entrada também) e por conta disso conhece várias "periguetes" e pediram para este arranjar duas para sairem com eles. Até aí tudo bem, só que na hora H, MESMO ELES TENDO TOMADOS UM AZULIM CADA, nenhum dos dois deram de conta e para deixar os dois mais encabulados ainda o cidadão que é tido como gay, "traçou" as duas e os machões sem assunto e cabisbaixos, olharam um para o outro e botam a culpa no dono da farmácia que vendeu a caixa de AZULIM, DIZENDO O SEGUINTE: Bem que eu falei pra você não comprar naquela farmácia, pois bom mesmo são os que o Vafic vende.
Para consolo dos dois, que não deram de conta, vou postar um poema de dois poetas nordestino.
Vou transcrever do jeito que eles criaram. Com o seguinte detalhe: a primeira glosa é de Zé Marcelino. As duas últimas são de Maciel Melo.
cesarjbn.wordpress.com/2011/.../poesia-nordestina-pa-10-kkkkkkkk/Veja só:
NA PORTA DO CU DO DONO
Essa rola antigamente
Vivia caçando briga
Furando pé de barriga
Doidinha pra fazer gente
Mas hoje tá diferente
No mais profundo abandono
Dormindo um eterno sono
Não quer mais saber de nada
Com a cabeça encostada
Na porta do cu do dono
Já fez muita estripulia
Cavou buraco de cu
Mais parecia um tatu
Fuçava tudo que via
Reinava na putaria
O priquito era seu trono
Trepava não tinha sono
Toda buceta era amada
Mas hoje vive enfadada
Na porta do cu do dono
Nunca mais desvirginou
Uma mata vaginosa
Há muito tempo não goza
A noite de gala passou
Vive cheia de pudor
Sonolenta e sem abono
Faz da ceroula um quimono
E da cueca uma estufa
Vive hoje a cheirar bufa
Na porta do cu do dono
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