quarta-feira, 17 de junho de 2015

NA POLÍTICA SE DISSER PEGA LADRÃO NÃO FICA UM MEU IRMÃO ... .

A polícia Civil e o Ministério Público prenderam, nesta terça-feira, 16 pessoas - entre elas vereadores, empresários, secretários municipais, funcionários públicos e advogados -, acusadas de participar de um grande esquema para fraudar licitações em Câmaras e Prefeituras municipais de 20 cidades da região de Ribeirão Preto e em 11 da região de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo.

Segundo o Gaeco, foram apuradas fraudes em procedimentos licitatórios para contratação de empresas em processos de licitações para concursos públicos nas Câmaras Municipais de Santa Ernestina, Luiz Antonio, Motuca e Dobrada; e nas Prefeituras de Ipuã, Monte Alto, Serra Azul, Valentim Gentil, Fernandópolis, Nova Granada, Miguelópolis, Motuca, Pitangueiras, Restinga, Guaraci, Santa Ernestina, Jaboticabal, Guariba e Porto Ferreira. O grupo também atuou nas Prefeituras de Tabatinga, Alvares Florence, Turmalina, Pedranópolis, Estrela d´Oeste, e nas Câmaras Municipais de Barretos, Mirassol, Ibirá, Pontalinda e Santa Rita do Passa Quatro.

Entre os presos estão dois secretários municipais de Ipuã e um de Motuca; dois vereadores de Luiz Antônio e Santa Ernestina; empresários e advogados de Monte Alto, Fernandópolis, Luiz Antônio, Ribeirão Preto e Pradópolis. Eles foram detidos com prisão temporária de cinco dias, com possibilidade de prorrogação para mais cinco. O MP informou que pode pedir a prisão preventiva dos envolvidos, que poderão responder por crimes de fraudes em Concursos públicos, falsidade ideológica, falsificação de documentos, corrupção ativa e passiva, cujas penas podem chegar a 36 anos de reclusão. Cinco procurados estão foragidos.

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