quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Entenda o caso de Flávio Bolsonaro

 

O nome de José Carlos de Queiroz, que era motorista de Flávio Bolsonaro
 na Alerj, apareceu em relatório do Coaf publicado na semana passada em
 uma reportagem do jornal "O Estado de S. Paulo".
A análise do relatório do Coaf revelou que a maior parte dos depósitos em espécie na conta do ex-motorista de Flávio Bolsonaro coincide com as
datas de pagamento na Assembleia Legislativa do Rio. Nove ex-assessores
 do filho do presidente eleito repassaram dinheiro para o motorista.
O relatório também identificou um depósito de Queiroz no valor de R$ 24
mil
 na conta bancária da futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro.
O presidente eleito afirmou na semana passada que o depósito do 
ex-assessor do filho na conta de Michele se tratou do pagamento de uma
 dívida de R$ 40 mil com o próprio Bolsonaro. Segundo ele, Queiroz utilizou
 a conta da futura primeira-dama para receber o dinheiro "por questão de mobilidade". Bolsonaro alegou que tem pouco tempo para ir ao banco em 
razão da rotina de trabalho.
Na noite desta quarta-feira (12), em uma transmissão ao vivo no Facebook,
 Jair Bolsonaro afirmou que ele e o filho mais velho pagarão "a conta" se
 houver algo de "errado" nas movimentações bancárias de Queiroz.

"Se algo estiver errado, seja comigo, com meu filho ou com o Queiroz, que paguemos a conta deste erro, porque nós não podemos comungar com o
 erro de ninguém", ressaltou o presidente eleito na transmissão pelo
 Facebook.

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